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Dez 08

O medo não cabia nela. Era um medo de perder não sabia o quê, de não conseguir escapar a um perigo, não sabia qual, de não poder defender-se, não sabia de que agressão. E então sentiu subir por si acima uma pressão violenta que parecia esmagar-lhe o peito e cortar-lhe a respiração. Queria fugir, mas não se moveu. E, de súbito, sem que a sua vontade nisso interviesse, soltou um grito terrível como se estivesse a afundar-se num grande mar e implorasse socorro.

publicado por rn às 20:17

comentário:
Gostei do blog, e os textos são muito bons (:
WandaCláudia a 29 de Dezembro de 2008 às 20:35

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